Nesta segunda-feira, dia 9 de novembro, acontece o lançamento do livro A Comunicação na Justiça Brasileira na Feira do Livro de Porto Alegre. Os autores são os jornalistas Flávio Damiani e Edvânia Kátia. Damiani estará participando de um debate sobre comunicação pública na Sala Oeste do Santander Cultural, localizado na Praça da Alfândega, a partir das 19 horas. Na oportunidade, também serão debatedores os jornalistas Anilson Costa (secretário de comunicação da prefeitura de Porto Alegre), Juarez Tosi (ecojornalista e integrante do Fórum Nacional de Comunicação & Justiça), Carlos Scomazzon (jornalista da Câmara de Porto Alegre) e Cristiane Finger (professora da Famecos/PUCRS). O debate será aberto ao público, especialmente voltado aos estudantes de jornalismo.
Jornalistas debatem comunicação pública na Feira do Livro
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Moradores de rua têm suas histórias contadas em documentário de TV
As jornalistas Alessandra de Mauro, Aline Dias, Daniele Garbin, Juliana Couto, Juliana Vieira, Michele de Jesus e Thalita Cardoso – todas formadas pela Universidade Municipal de Caetano do Sul (USCS) – são as idealizadoras do vídeo-documentário Minha rua, minha casa, que mostra histórias de vida e a rotina de homens que estão em situação de rua, muitas vezes por opção própria. Com base na pesquisa Censo/2000, realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), o trabalho das jornalistas mostra o crescimento do número de pessoas que vivem nas ruas. Em 2000 foram identificados 8.088 indivíduos em situação de rua em São Paulo. Destes, 4.395 foram encontrados nos logradouros da cidade e 3.693 encontravam-se nos albergues. Já no ano de 2003 foram contadas 10.399 pessoas, sendo que 6.186 em albergues e 4.213 nas ruas.
O documentário mostra personagens como Sebastião Nicomede “Tião”, 38 anos, que foi passado para trás por seus sócios enquanto estava no hospital se recuperando de um acidente de trabalho que sofrera na própria empresa. Desde então, Tião está em situação de rua, fato este que o motivou a escrever a peça Diário dum carroceiro. O vídeo mostra, também, o dia-a-dia da assistente social Adelice Cummin, coordenadora do Hotel Social São Francisco, que acolhe e encaminha pessoas em situação de risco ao mercado de trabalho.
A jornalista Juliana Borges apontou um fato interessante encontrado pelo grupo na pesquisa e produção do trabalho. O perfil dessas pessoas em situação de rua mudou. Antes eram predominantes os negros, usuários de droga, pessoas com perturbação mental e migrantes vindos da região Nordeste do país. Atualmente, cresce o número de paulistanos que, por problemas de comportamento e familiares, vão para as ruas. O documentário contou com o apoio e entrevistas de assistentes sociais e órgãos de apoio aos moradores e mostra que as pessoas que estão vivendo nas ruas possuem hierarquia, organização. A maioria tem família, estudo, mas por algum problema social, como desemprego, desentendimento dentro de casa, optam por irem morar na rua.
O medo de aparecer na TV e serem reconhecidos foi muito comum, de acordo com as jornalistas da USCS. A quantidade de moradores e falta evidente de condições financeiras levaram até certa organização onde os “mendigos” criaram sua própria moeda chamada de moeda social, em que se trocam sapatos velhos e roupas usadas por utensílios dos mais variados, todos encontrados no lixo. O documentário tem 30 minutos de duração e está à disposição para consulta na biblioteca da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (av. Goiás, 3.400 – S.C. do Sul).
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Pontos de Cultura celebram a diversidade cultural de São Paulo
Com música caipira, hip hop, artesanato, cerâmica, danças, capoeira, teatro, poesia e muito mais, a Teia Paulista de Pontos de Cultura promete agitar Guarulhos, entre os dias 11 e 15 de dezembro deste ano. Diversas manifestações da cultura paulista se encontrarão e compartilharão impressões, conhecimentos e técnicas. Juventude, meio ambiente, novas tecnologias e outras temáticas da agenda social também marcarão presença em oficinas e rodas de conversa.
Os Pontos de Cultura do estado de São Paulo, em parceria com a Comissão Paulista de Pontos de Cultura (CPPC) e apoio do Ministério da Cultura (MinC), realizam, entre 11 e 15 de dezembro, dois eventos: a mostra cultural Teia Paulista, de 11 a 13, e o II Fórum Paulista dos Pontos de Cultura, dias 14 e 15, na cidade de Guarulhos.
Em sintonia com a proposta de protagonismo, autonomia e empoderamento do Movimento de Pontos de Cultura, a Teia Paulista visa a aproximação e o intercâmbio entre os mais de 180 Pontos de Cultura do Estado de São Paulo e a divulgação do trabalho realizado por eles. Será também uma oportunidade de dar as boas vindas aos 300 novos Pontos de Cultura habilitados em convênio do MinC com a Secretaria de Estado da Cultura. O Fórum da Rede Paulista de Pontos de Cultura, deverá eleger a nova composição da Comissão Paulista de Pontos de Cultura.
Os Pontos de Cultura são grupos, coletivos e associações culturais reconhecidos pelo poder público como agentes da promoção da diversidade cultural brasileira. Principal ação do Programa Cultura Viva, do MinC, o reconhecimento dos Pontos de Cultura representa uma nova postura do Estado Brasileiro em relação ao saber e ao fazer de nosso povo. Tradições, sabedorias, ofícios; os olhares e os cantares das diversas expressões que formam o caldo cultural brasileiro são respeitados, apoiados e divulgados por meio da Rede de Pontos de Cultura, das Teias, da gestão compartilhada entre sociedade civil e poder público e da ação protagonista do movimento social pela cultura.
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Seminário debate a gestão de projetos socioculturais
Com o objetivo de ampliar as discussões sobre a atuação de projetos socioculturais e proporcionar a troca de experiências sobre as atividades desenvolvidas no Terceiro Setor, a Associação Amigos do Projeto Guri (AAPG) – organização social de cultura cuja missão é a inclusão social por meio do ensino coletivo de música, realiza de 19 a 21 de novembro a terceira edição do seu seminário, este ano com o tema Gestão de Qualidade em Projetos Socioculturais.
O evento, com inscrições abertas até o dia 10 de novembro, é destinado a músicos, educadores musicais e profissionais que atuam ou têm interesse de atuar nessa área. Serão palestrantes do evento importantes nomes da área social e cultural, com reconhecimento no cenário nacional e internacional, que apresentarão ao público presente suas experiências e casos de sucesso. Cerca de dez profissionais participam da programação do evento, que contará com três palestras e diversas atividades paralelas, todas relacionadas à Gestão de Projetos Socioculturais, Educação Musical e Desenvolvimento Social.
O destaque do encontro fica por conta da participação do inglês Keith Swanwick, educador emérito do Instituto de Educação da Universidade de Londres, que vem ao Brasil especialmente a convite da AAPG para apresentar seus estudos sobre a Teoria Espiral do Desenvolvimento Musical. Swanwick abordará na Mesa Redonda o tema Possibilidades para o desenvolvimento musical de crianças e adolescentes em projetos sociais, no dia 19 de novembro, às 15h.
A teoria desenvolvida por Swanwick resultou na T.E.C.L.A (Técnica, Execução, Composição, Literatura e Apreciação), modelo didático que consiste em trabalhar práticas pedagógico-musicais nas atividades de execução, apreciação e composição musical, visando a um desenvolvimento equilibrado dos alunos. De acordo com Swanwick, o universo sociocultural e afetivo do educando é elemento importante em sua educação musical. Para ele, a criança deve ser estimulada com músicas que façam parte do seu dia a dia e dos padrões musicais de sua cultura. Ou seja, é possível ampliar o repertório da criança apresentando-lhe outros universos sonoros.
Itiberê Zwarg, compositor e arranjador que atua ao lado de Hermeto Paschoal há mais de 30 anos, promove duas Oficinas Musicais, nos dias 20 e 21 de novembro, com o objetivo de orientar os educadores musicais presentes ao encontro sobre como se dá o processo de criação e arranjo das músicas “de ouvido”, sem uso da notação tradicional. Zwarg é responsável pelas oficinas de música do Seminário de Música Pró-Arte, que originou a Itiberê Orquestra Família, na qual responde pela regência, composição e arranjos. A Itiberê Orquestra Família já tem dois discos gravados e, em 2005, lançou um livro com a compilação dos repertórios desenvolvidos em suas oficinas.
Paralelamente às palestras acontecem oficinas, bate-papos temáticos e apresentações musicais de profissionais com vasta experiência nesse setor, como Alda Oliveira (Professora Doutora da Universidade Federal da Bahia), Ana Lucia Lopes (Coordenadora Executiva da ONG Fábricas de Cultura), Carla Mauch (Coordenadora Geral – Associação Mais Diferenças/ São Paulo), Chico Santana (Fundador do Centro de Apoio ao Deficiente Visual), Ilza Zenker Joly (Coordenadoria de Eventos Culturais da UFSCar), Mara Helena Berlink Martins (Superintendente Executiva da Capacitação Solidária/ São Paulo), Maria Cecília Cavalieri França (Professora adjunta de educação musical da Universidade Federal de Minas Gerais), Maria de Lourdes Trassi Teixeira (Coordenadora e pesquisadora do Programa de mestrado Profissional da Universidade Bandeirante de São Paulo), Samuel Kerr (Professor aposetando do Instituto de Artes da Universidade do Estado de São Paulo).
Toda a programação do III Seminário da AAPG foi baseada na realidade atual da AAPG e de outras instituições do Terceiro Setor que, como articuladoras de ações sociais, buscam aprimorar e expandir suas atividades por meio de estratégias e parcerias bem estruturadas e assim ter acesso a indicadores de avaliação de impactos gerados e eficiência do trabalho realizado neste setor. Mais informações e inscrições no site.
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Caixa Cultural SP apresenta espetáculo ‘Crendices… Quem Disse?’
O espetáculo de dança Crendices…Quem disse?, dirigido por Ana Bottosso, aborda as crendices populares que habitam o dia-a-dia do povo brasileiro e tem como base temática a pesquisa gestual e de movimentação que envolvem elementos das danças populares brasileiras, transformadas por meio da visão contemporânea. Desde sua concepção inicial, em junho de 2006, a pesquisa desenvolveu-se alimentada pela arte literária de Ariano Suassuna, um intrigante romancista, dramaturgo, poeta e filósofo brasileiro. Extraídas de alguns trechos do seu romance A Pedra do Reino, foram destacadas passagens em que a crença em fenômenos do cotidiano é elemento determinante do destino de um povo.
O espetáculo estará em cartaz de 5 a 8 de novembro, às 19h30min (quinta e sexta-feira) e às 18h30min (sábado e domingo). Crenças populares, advindas do passado de cada um de nós e dos textos do autor foram fontes de inspiração para este trabalho coreográfico, unindo “causos”, tragédias, alegrias e curiosidades. Assim, aborda-se a diversidade cultural do brasileiro manifestada por meio de suas crendices.
Em 1994, um grupo de bailarinos, a convite da Prefeitura do Município de Diadema, selecionou bailarinos que pudessem compor uma companhia de danças e, ao mesmo tempo, atuar como professores e educadores nos centros culturais da cidade. E foi assim, que em 1995, nasceu a Companhia de Danças de Diadema e o Programa de Difusão e Formação em Dança. Idealizado por Ivonice Satie, essa companhia tem como objetivo formar bailarinos profissionais, permitir o contato com a arte, privilegiar o conhecimento e o movimento do corpo como forma de expressão e, acima de tudo, inclusão cultural. Pioneira no país na arte-educação, a Companhia de Danças de Diadema já permitiu, em suas oficinas, o acesso à dança a mais de dez mil pessoas, entre adultos, jovens e crianças.
Além dos espetáculos e apresentações, o trabalho social é uma missão e uma satisfação pessoal para cada integrante. Com seu programa social, atende uma média de 850 pessoas por ano nas oficinas, entre crianças, adolescentes, adultos, Melhor Idade e portadores de necessidades especiais, realizando um trabalho de oficinas permanentes nos 10 centros culturais da cidade. A Companhia de Danças de Diadema também desenvolve trabalhos com portadores de deficiências físicas e de inclusão das minorias, como o Projeto Mão na Roda, coordenado por Luis Ferron.
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‘Bate Boca Bom’ debaterá poesia neste sábado
Neste sábado, dia 7 de novembro às 11h, em Porto Alegre, o Bate Boca Bom é dedicado à poesia. O poeta Frederico Barbosa vem de São Paulo para falar sobre A Poesia no Mundo Contemporâneo. Além de sua produção poética, Frederico dirige a Casa das Rosas, o Museu da Língua Portuguesa e a Casa Guilherme de Almeida em São Paulo. Estarão na roda: Léa Masina, doutora em Literatura, coordenando o bate-papo, e os poetas Armindo Trevisan e Maria do Carmo Campos falando sobre poesia. O evento será realizado no Teatro do Instituto Cultural Brasileiro Norte-Americano, localizado à Rua Riachuelo, 1257, no Centro Histórico. Informações pelo telefone (51) 3025-0600 ou por e-mail. A entrada é franca.
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Grupo russo de música de câmara faz apresentação no Masp
O Masp recebe nesta sexta-feira, dia 6 de novembro, o Siberian Virtuosi, grupo de câmara da Rússia. Uma parceria Art Invest Marketing Cultural e Museu de Arte de São Paulo, o concerto faz parte da série Música no Masp Internacional, projeto de música erudita apresentado pela Lorenzetti e com o patrocínio da Kimberly-Clark Brasil. Para esta apresentação, o grupo traz Vivaldi, Tchaikovsky e Elgar, entre outros compositores. O Siberian Virtuosi foi criado, em 1995, na capital de Novosibirsk, na Sibéria, pela iniciativa de Arnold Kats, condutor e diretor artístico da Novosibirsk Philharmonic Orchestra. Atualmente, está sob direção musical de Fabio Mastrangelo e é considerado um dos grupos de câmara mais importantes da Rússia.
Também chamado de Novosibirsk Kamerata, seus 12 integrantes compõe a tradicional Novosibirsk State Philharmonic Society. Com profissionais do mais alto nível, o diferencial artístico do grupo é a combinação de repertório solista e de conjunto. Cada músico da orquestra toca como solista e também acompanha seus colegas, em uma vibrante interpretação musical. Em seu repertório, o grupo privilegia obras de grandes compositores, como Bach, Mozart, Haydn, Haendel, Vivaldi, Nardini, Bellini, Korelli, além dos compositores russos Bortniansky, Kalinnikov e Shnittke. Destacam-se também apresentações com obras de compositores contemporâneos, como Grieffs, Kennan, Henson, Pjart, Piazzolla, Krejenhoff e Nikulin, entre outros.
Nestes 14 anos, já realizaram apresentações por toda a Europa, além de turnês pelo Japão. A orquestra de câmara também faz parte de importantes projetos, com participações nas interpretações das óperas Dido e Aeneas, de Purcel; Acis e Galatea, de Haendel; Magnificat, de Bach; West Side Story, de Bernstein e Messias, de Haendel.
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‘Contemporaneidade’ e ‘Manifestações artísticas’ em palestra gratuita em BH
Contemporaneidade está relacionando a uma desconexão com o tempo presente. Esta é a definição dada pelo filósofo alemão, Friedrich Nietzsche. A contemporaneidade nas manifestações artísticas sempre provocou diversas análises. A jornalista, professora em Estética e Filosofia da arte e crítica de arte, Mariana Lage, acredita que é possível notar tendências na arte contemporânea e aspectos sensoriais da experiência estética através de Grupos de manifestações artísticas. E este será o assunto debatido por ela no projeto Estação do Saber, em Belo Horizonte.
Com o tema central A arte na vida e a vida na arte, no dia 7 de novembro, Mariana abordará a ênfase dada pelos artistas no processo receptivo como principal inspiração para constituição do sentido artístico na obra contemporânea. As ilustrações desta análise serão dadas através da contemplação sobre o Grupo Fluxus, criados na década de 1960, por artistas plásticos músicos e poetas. Em também sobre os trabalhos dos artistas plásticos brasileiros Lygia Clark e Hélio Oiticica.
O Projeto Estação Pátio Savassi é uma realização do shopping Pátio Savassi, com curadoria da Estação do Saber e conta com a participação de intelectuais, escritores e profissionais renomados para conversar com o público. As palestras gratuitas discutem temas atuais, num bate-papo agradável e criativo nas manhãs de sábado. As palestras poderão ser acompanhadas através do Twitter (Julia Ramalho Pinto www.twitter.com/arpjulia) com postagem de frases e comentários ao vivo das apresentações. O evento também mantém um fórum no site para continuar o contato após as palestras.
Fundação Tide Setubal promove festa do livro
A 4ª Feira do Livro do CDC Tide Setubal será realizada em São Miguel Paulista, bairro da zona leste da cidade de São Paulo, nos dias 5, 6 e 7 de novembro. Na programação, aberta e gratuita, haverá contadores de histórias, sarau literário, exibição de filmes, lançamentos, venda de livros novos e usados, a preços baixos, troca de exemplares, além de conversa com autores, com a presença de escritores, cineastas, historiadores, antropólogos, jornalistas, professores e poetas.
A realização da Feira é da Fundação Tide Setubal e da Associação Recreativa Brasil Futebol Clube, que administram em conjunto o CDC Tide Setubal (gestão 2009/2010), um espaço público coletivo, de usufruto da comunidade, onde a Fundação promove todos os anos no mês de junho o animado arraial do Encontro de Cultura Caipira, além de alguns de seus projetos culturais, esportivos e educacionais.
Esta quarta edição da Feira tem patrocínio do Itaú, incentivado por meio de Lei Rouanet. São esperadas para a festividade mais de 4 mil pessoas, sobretudo um público de universitários, educadores e alunos dos ensinos fundamental e médio. Ônibus contratados pela Fundação levarão os estudantes de escolas próximas para participar das atividades.
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Belo Horizonte promove 11º Festival Internacional de Curtas
Entre os dias 6 e 13 de novembro, o Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte chega à sua 11ª edição e realiza uma edição especial, concebida com o intuito de repensar seu papel e sua linha de atuação. Durante oito dias, o Festival irá exibir uma seleção criteriosa de produções nacionais e internacionais, em sete mostras distintas. Três delas foram propostas pelos curadores do Festival – Vanguardas e Neo-Vanguardas, Campo Imperfeito e Curtas Brasil 2008 – e quatro por festivais especialmente convidados – Bafici (Argentina), Locarno (Suíça), Oberhausen (Alemanha) e Vila do Conde (Portugal). Será uma oportunidade única para se entrar em contato com os filmes que vem sendo exibidos em alguns dos mais importantes festivais de cinema do mundo.
A programação traz também debates e encontros com curadores, cineastas e convidados especiais, permitindo a troca de idéias sobre os filmes, temas propostos e sobre o próprio festival. Excepcionalmente, este ano, não haverá mostras competitivas. O Festival de Curtas acontecerá no Palácio das Artes, em dois espaços de exibição – Cine Humberto Mauro e Sala Juvenal Dias – entre os dias 6 e 13 de novembro. Toda a programação é gratuita. O Festival é organizado pelo Departamento de Cinema da Fundação Clóvis Salgado em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais. Mais informações pelo site.
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