♦ 86% acreditam que a integração entre os veículos impresso e online virá a ser a norma, e 83% acreditam que os jornalistas deverão estar aptos a produzir conteúdo para todas as mídias daqui a cinco anos.
♦ Dois terços acreditam que algumas funções editoriais serão terceirizadas, apesar da freqüente oposição das redações a essa prática.
♦ Grande parte - 44% - acreditam que o meio online será a plataforma mais comum para leitura de notícias no futuro, comparado com os 41% do último ano. Trinta e um por cento citaram os impressos (abaixo dos 35% do ano anterior); 12%, meios móveis; e 7%, o e-paper. O restante não escolheu nenhuma das alternativas.
♦ 35% disse que o treinamento de jornalistas para as novas mídias era a prioridade número um para investir em qualidade editorial. Recrutamento de mais jornalistas foi citado por 31%, acima dos 22% do ano anterior.
♦ Uma maioria de editores - 56% - acredita que as notícias serão gratuitas no futuro, superando os 48% da pesquisa do último ano. Somente um terço acredita que se continuará a pagar pelas notícias, enquanto 11% não opinou.
♦ Dois terços dos consultados acreditam que a importância das páginas de opinião e análises irá aumentar.
♦ Grande parte - 58% - entende que o declínio entre o público leitor jovem é a maior ameaça ao futuro dos jornais.
“A pesquisa mostrou que os editores-chefes já estão focados na multimídia e que eles têm a capacidade de executar a transição do somente-impresso para o impresso e online,” disse Bertrand Pecquerie, diretor do World Editors Forum. A Newsroom Barometer 2008 também trouxe boas notícias referentes à moral dos editores. Apesar de algumas preocupações crescentes como o da melhora da qualidade do jornalismo no futuro, uma esmagadora maioria dos editores de jornais ainda são muito otimistas sobre o futuro de seus jornais.
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