O Centro Cultural São Paulo e o Centro Cultural Banco do Brasil recebem, por um período de três meses, duas profissionais selecionadas pelo programa Cultural Leadership International (CLI) do Arts Council, cujo objetivo central é possibilitar a novos e futuros líderes culturais o desenvolvimento de suas capacidades por meio de intercâmbio internacional. Voltado a profissionais já atuantes no mercado, o programa investe na capacitação desses agentes, a partir da vivência, da troca de experiências, da análise e da proposição de um plano de trabalho em instituições culturais com realidades distintas aos seus países de origem. A experiência do programa levanta a necessidade da discussão sobre agentes culturais no âmbito nacional. Como estão os líderes culturais brasileiros e, especificamente, os representantes da parcela da sociedade que integram os grupos considerados minoritários? É possível fazer uma reflexão sobre diversidade na liderança cultural? Com o objetivo de refletir sobre questões como esta, o Powerbrokers International Leadership Placements/Arts Council, o Centro Cultural São Paulo, o Centro Cultural Banco do Brasil e o British Council-Brasil propõem a realização de um evento com a participação de nomes que atuam na área cultural e que podem contribuir com sua experiência pessoal para a construção de oportunidades para as novas gerações.
Programa investe na capacitação de agentes culturais
Publicado em Cultura
Jornalista Eduardo Ferrari lança o livro ‘Interlocutores’ em Belo Horizonte
Cada vez mais as organizações compreendem a importância do relacionamento com a imprensa. Mas, muitas não sabem como estabelecer e manter essas relações. Inspirado em algumas dessas realidades, e em diversos manuais corporativos de assessoria de imprensa, o jornalista Eduardo Ferrari escreveu e está lançando o livro Interlocutores – desafios e oportunidades na relação com a imprensa, onde disponibiliza algumas ferramentas para dar suporte aos empresários nesse contexto. O livro, publicado pela Medialuna Editora, será lançado nesta quarta-feira, dia 25 de novembro, às 19h, no Espaço Cultural Terraço Leitura (Leitura Pátio Megastore – Av. Contorno, 6061, 3º andar – Savassi). A obra é a segunda do autor, que lançou Só em Beagá, no ano passado.
Apresentado pelo gerente geral de comunicação da Vale, Paulo Henrique Soares, e pela diretora de Comunicação do Banco Bonsucesso, Alexia Duffles, o livro é fruto de quase duas décadas de vivência na área de comunicação de grandes corporações empresariais onde atuou e das conversas com os colegas de profissão. Interlocutores é uma obra atual, que aborda as questões básicas e as fundamentais para a compreensão da relação organização-imprensa, além do complexo dia-a-dia de fontes, jornalistas e entrevistados, diferenciação entre jornalismo e publicidade e a obrigatoriedade do diploma de Jornalismo para exercer a profissão.
O autor ressalta que investir na capacitação e no conhecimento como forma de contato com os jornalistas, provavelmente o mais importante público formador de opinião que existe, é investir na própria carreira profissional. “Acredito que o livro demonstra que o jornalismo, ao contrário do que decidiu o Supremo Tribunal Federal quando extinguiu a obrigatoriedade do diploma, não é uma profissão apenas para quem sabe escrever ou acha que escreve bem. É sim uma vocação que exige conhecimento, clareza de pensamento e técnica na apuração e produção das informações que serão veiculadas”, define.
Eduardo Ferrari atualmente ocupa a Gerência de Comunicação Corporativa do Banco Bonsucesso. Formado pela PUC-MG e com MBA em Marketing pela UFMG, já atuou na comunicação de empresas como Telemig Celular (atual Vivo), Brasilprev Seguros e Previdência (empresa do Banco do Brasil) e Companhia Vale do Rio Doce, além de órgãos públicos como Prefeitura de Belo Horizonte e Governo de Minas. Foi colaborador em Belo Horizonte da agência internacional de notícias “Reuters”, entre os anos de 1999 e 2005. Sua trajetória profissional inclui nove cases vencedores do Prêmio Aberje em categorias de Minas Gerais, Santa Catarina, São Paulo e Brasil.
Publicado em Comunicação
Brígida Baltar expõe em Fortaleza
Artista visual brasileira de renome internacional, a carioca Brígida Baltar já expôs em 15 países de três continentes – Ásia (Japão), Europa (Alemanha, Espanha, França, Inglaterra, Itália, Portugal e Suíça) e América (Argentina, Colômbia, Cuba, EUA, México, Uruguai e Venezuela). Atualmente em temporada de trabalho em Fortaleza, Brígida Baltar apresenta à cidade a exposição individual e agora toda a terra é barro, com curadoria do também carioca Marcelo Campos, professor-doutor em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
A abertura da exposição acontecerá nesta terça-feira, 24, às 19 horas, no Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 – Centro – Térreo – fone: (85) 3464.3108). Gratuita ao público, a mostra fica em cartaz até 30 de dezembro deste ano (horários de visitação: terça-feira a sábado, de 10h às 20h; e aos domingos, de 10h às 18h).
[Brígida Baltar e Marcelo Campos conversam na tarde do dia 4 de Julho de 2008]
[M] Brígida, você se interessa por trabalhar com tijolos desde quando? Quais ações são feitas com o pó de tijolo?
[B] Acho que a primeira ação foi transformar o tijolo da casa que eu vivi em pó. Isso aconteceu em meados dos anos 1990. Foram muitos tijolos e algumas paredes. Isso foi se traduzindo para mim num sentido de desaparecimento de algo que, a princípio, é bastante sólido. Afinal a idéia de propriedade pode ser muito fixa e estável. É como se em pó a casa pudesse viajar para outros lugares. E depois este pó podia também servir para outros fins, outras construções, outras paisagens. Fiz minitijolos moldados deste pó e daí intervenções em frestas, espaços vazios, pequenas ocupações, pequenos ofícios como você gosta de dizer.
[M] A terra é matéria-prima e o tijolo também, pois é estrutural, elementar. O sertão é visto, muitas vezes, como matéria-prima para o Brasil. Parece que estamos diante de algo atávico. Mas, isso é ficção, é tentativa de mitificar origens.
[B] O tijolo mesmo em pó será sempre tijolo, é sempre estrutura, porque esta noção já vem colada à matéria. Acho que por isso ando fazendo construções. As florestas que desenho, por exemplo, são construções, assim como os pequenos chãos de parquet. Fiz dois livros que chamei “Devaneios” e “Utopias”. Por serem livros-tijolos, é como tornar estas idéias possíveis ou concretas. A natureza do sertão foi mesmo matéria para mim. Fui para lá ver a paisagem, a terra, o chão, algo bastante elementar para o nosso imaginário que precisa das mitologias.
[M] Estou vendo construções por todo lado, na “Art in America”, em trabalhos do Oriente Médio etc. Você já tratou de utopias. Algumas vezes, de maneira quase inevitável, a política tangencia sua produção?
[B] Acho que sim, mas de uma forma não tão evidente. Eu tenho gostado de trabalhar com o “menos”, no sentido do não-espetacular, do mais efêmero, que pode ser alguma coisa agora e se desmanchar depois. E quando eu penso em formas mais definidas da obra, como as florestas em pó de tijolo, as paisagens em geral ou os livros, acho que vem junto um sentido responsável ou positivo mesmo.
[M] Mas a construção tem seus avessos. O mundo desmorona a todo instante. Talvez a atitude política deva vir do pequeno, mesmo. Beuys dizia, a revolução somos nós.
[B] Bom, estamos agora adorando estas imensas olarias. Elas ficam bem estranhas na paisagem. Parecem casas meio tribais, ou castelos. Foi você que disse que o título deste texto poderia ser castelos ou ruínas. É boa esta idéia e acho que sintetiza bastante nossa alegria neste projeto.
[M] Smithson comenta que os processos de construção pesados, mais rudes, têm um tipo devastador de grandeza primordial, às vezes mais interessante do que o projeto acabado.
[B] É, isso dá vontade de levar a olaria inteira para dentro da galeria e pronto. A beleza daquela simplicidade. Aqueles tijolos brutos secando ao sol. Hoje, há tentativas de voltar a fazer as casas com o barro cru, como as de pau-a-pique ou estuque. Parte da Muralha da China foi produzida com tijolos sem queima, assim como cidades inteiras na África e em regiões desérticas. Sem falar da nossa tradição. E essas casas mantêm a temperatura ideal, não queimam carvão, não consomem energia. É bonito pensar que a casa pode voltar a ser terra novamente desta maneira. Eu adoro isso, são casas vivas, como plantas, que nascem e morrem.
[M] E se chove então? Há sempre uma ameaça.
[B] A base tem que ser bem estruturada, com pedras e o telhado firme. A Monica Soffiatti, uma amiga, gosta deste assunto e ainda frequenta oficinas experimentais em ecovilas. Ela costuma dizer que uma boa casa de barro suporta as tempestades. É como estar de botas e chapéu…
[B] Marcelo, eu tenho uma pergunta: não consigo ver a aproximação que você fez no seu texto, da minha experiência com terra, com as obras de Walter de Maria, Michel Reizer e Smithson…eles são todos “imensos”!
[M] Brígida, ainda que as escalas sejam diferentes, os trabalhos são poeticamente relacionados: o uso da terra, a noção de natureza e paisagem atemporais, as tais “ferramentas estúpidas”, toscas: mochilas de plástico-bolha, fôrma para tijolos. Você não faz Land Art, mas fez uma ação na natureza, à beira de um lago, no meio do sertão. Walter de Maria enchia um quarto de terra, você retirou a terra em pó das paredes e anda espalhando terras pelos lugares em que expõe, realizando brocados, desenhos etc. É como uma Land Art feita à mão.
[B] Que boa essa resposta…
[M] E como foi seu encontro com Juazeiro que, aliás, é nome de uma árvore?
[B] Foi o impacto de imaginar um lugar, de seca, de cactos, de terra rachada e encontrar uma mistura de muitas outras realidades, de uma natureza também úmida que me impressionou e me fez mergulhar na terra barrenta e ainda uma cidade de comércio intenso, camelôs, lan houses e devotos por toda parte.
[M] E diante das olarias? Há desafios, parecem esfinges, decifra-me ou te devoro. Você planejou ações, performances, fotografias? Como fazer para aquilo se transformar em arte?
[B] Eu fiz uma ação muito simples, moldei 16 tijolos.
Publicado em Artes, Cultura | Tags:artes plásticas, exposições, mostras, artes visuais, obras, artistas
Centro Cultural São Paulo lança livro ‘Trans Posição Francisco’
O Centro Cultural São Paulo promove nesta sexta-feira, dia 27 de novembro, das 19h às 22h, o lançamento do livro Trans Posição Francisco, no Piso Flávio de Carvalho do CCSP. Fruto da Expedição Francisco realizada em abril de 2008 por cinco artistas que percorreram o Rio São Francisco de Januária (MG) até sua foz, em Piaçabuçu (AL), desenvolvendo performances artísticas que propunham, cada uma, sua relação específica com o rio, bem como uma tentativa particular de entender questões que se colocam para a arte contemporânea no momento em que ela se dirige a espaços distantes do circuito artístico de cidades como São Paulo. A Expedição foi contemplada com recursos do programa Conexão Artes Visuais da Funarte e o livro Trans Posição Francisco , registro desta expedição, é uma coedição da Prince Claus Fund, da Holanda, da Ato Cidadão e da Editora Annablume, de São Paulo. Dentre seus autores estão Marcia Vaitsman, Julio Meiron, Luísa Nóbrega, Luiz Mizukami, Silas Martí, Evandro Nicolau e Nabor Kisser.
Publicado em Artes, Cultura | Tags:expedição, Literatura, livros, performances artísticas
SMC promove ‘Debates Contemporâneos’ em Porto Alegre
O Instituto Goethe, o Instituto de Letras da UFRGS e a Secretaria Municipal da Cultura realizam nos dias 24, 25 e 26 o seminário Debates Contemporâneos. Serão três palestras, duas mesas e quatro oficinas para debater a literatura contemporânea brasileira, alemã e francesa. Toda programação é gratuita e contará com a participação dos críticos José Castello, Juremir Machado, Marcelo Backes, Ana Helena Krause; dos autores Altair Martins, Carlos André Moreira, Cíntia Moscovich e Pedro Gonzaga; e dos editores Annete Baldi, Antônio Xerxenesky, Carolina Chang, Clô Barcellos, Fernando Rozano, Robertson Frizero e Tito Montenegro. As novas tecnologias de leitura digital permitem que as pessoas carreguem uma pequena biblioteca no bolso, facilitando acesso ao livro, mas o tempo para reflexão, paradoxalmente, parece cada vez mais curto. Este seminário propõe uma pausa para o debate qualificado de ideias sobre a literatura e o incentivo à leitura. Mais informações e inscrições pelos telefones (51) 3289-8072/3289-8073, por e-mail ou pelo site.
Publicado em Cultura | Tags:livros, Literatura, palestras, escritores, seminários, debates
História e Fé: nova exposição do Museu de Arte Sacra
De 20 de outubro a 31 de dezembro, o Museu de Arte Sacra de São José dos Campos (SP), da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, recebe a exposição História e Fé, do artista plástico Fernando Rodrigues. A coleção do artista marca a reabertura do Museu às mostras e exposições e reúne oito pinturas em óleo sobre tela, retratando a fé e a religiosidade da nossa região.Além da exposição, o visitante pode apreciar o acervo permanente do Museu de Arte Sacra, que conta com mais de 50 objetos, alguns datados do século 19, como a imagem de Nosso Senhor dos Passos. O Museu de Arte Sacra (Capela Nossa Senhora Aparecida) fica localizado na Travessa Chico Luiz, 67, no Centro (Atrás do mercado Municipal). Visitação: Terça a sexta-feira, das 9h às 17h – sábados das 9h às 12h. Entrada franca.
Publicado em Artes, Cultura | Tags:arte sacra, capela, exposições, história, mostras, museu, peças sacras, sacra
Metrô paulista mostra ‘História do Brasil em Quadrinhos’
Até o dia 30 de novembro, os usuários do Metrô de São Paulo poderão rever, de forma lúdica, alguns dos principais acontecimentos que levaram à Proclamação da República em 1889. A exposição História do Brasil em Quadrinhos: Proclamação da República integra o programa Embarque na Leitura e reproduz, por meio de 20 painéis, trechos do livro em quadrinhos publicado pela Editora Europa.
Na obra, fatos como o Primeiro e o Segundo Reinado, a Guerra do Paraguai e a Abolição da Escravatura são reconstituídos pelo personagem do professor Daguerre a três crianças durante um passeio pelas ruas do Centro de São Paulo. O desenvolvimento dos personagens infantis teve a preocupação de abranger a diversidade étnica brasileira: a oriental Catarina, o negro Marcelo e o branco Gustavo, este, inclusive, um cadeirante que demonstra a mesma disposição e alegria dos amigos ao longo de toda a aventura.
Os autores basearam-se em diversas obras de arte sobre este período da História do Brasil como forma de remeter a adaptação para os quadrinhos aos livros da educação formal nas escolas. A exposição na estação República do Metrô não só instrui os usuários sobre este importante fato histórico como também apresenta estas curiosidades, convertendo-se num programa para todas as idades.
O livro História do Brasil em Quadrinhos: Proclamação da República foi desenvolvido por Edson Rossatto (pesquisa histórica, argumento e roteiro), Laudo (desenhos) e Omar Viñole (arte final e cores) e tem lançamento previsto para o início de dezembro. A exposição é organizada pela Andross Editora com apoio do Metrô de São Paulo e Editora Europa. A Estação República do Metrô, em São Paulo (SP), funciona das 4h40 min às 0h.
Publicado em Comunicação, Cultura | Tags:cidades, exposições, história, histórias em quadrinhos, memória, metrô, mostras, projetos, são paulo
‘Artesãs da Linha Nove’ mantém exposição em São Paulo
Artesãs da Linha Nove, grupo de bordado e costura do Ateliê Acaia, apresenta uma retrospectiva de seus quatro anos de atividades no A Casa museu do objeto brasileiro, até o dia 18 de dezembro. O grupo é formada por cerca de 30 mulheres – a maioria mães de alunos do Instituto Acaia – moradoras da Favela da Linha, da Favela do Nove (daí o nome do grupo) e do conjunto habitacional Cingapura Madeirit, nos arredores do Ceagesp, zona oeste de São Paulo.
Desenvolvendo um artesanato sofisticado, com bordados em painéis, toalhas, colchas e jogos americanos que já homenagearam a Amazônia, o Pantanal, as árvores e pássaros brasileiros, entre outras séries, essas mulheres vão aos poucos deixando de lado suas atividades anteriores, trabalhos pesados e de baixa remuneração. Coordenadas por Célia Maria dos Santos, Maria Gomes da Silva Cavalcanti e Maria Aparecida Ribeiro da Silva, hoje, as artesãs vendem seus bordados para lojas dos Jardins e da Vila Madalena, gerando renda para suas famílias. Elas também acabam de abrir uma microempresa para impulsionar ainda mais a comercialização de seus produtos, que podem ser encomendados por e-mail ou telefone (11) 3499-0421.
Todos os trabalhos são bordados à mão sobre tecido pintado ou cru (linho ou algodão). Hoje, o trabalho das artesãs, faz também a diferença financeira na vida de muitas delas. A Casa museu do objeto brasileiro fica localizado à Rua Cunha Gago, 807, em Pinheiros, São Paulo.
Publicado em Artes, Cultura | Tags:artesanato, artesãs, ateliê, bordado, exposições, mostras, museus
Lei de Incentivo Fiscal de São José dos Campos prorroga inscrições
A Fundação Cultural Cassiano Ricardo prorrogou até o dia 22 de janeiro as inscrições para a Lei de Incentivo Fiscal para empreendedores culturais que queiram se beneficiar no próximo ano. A Prefeitura de São José dos Campos disponibiliza uma verba anual de R$ R$ 13, 5 milhões (sendo R$ 3,6 milhões direto para a cultura) para apoio e incentivo à arte e cultura. O repasse é feito direto do orçamento da Prefeitura para a Fundação Cultural Cassiano Ricardo, que gerencia todas as atividades culturais do município.
Além do orçamento da FCCR, o município também dispõe da LIF (Lei de Incentivo Fiscal) que permite a renúncia fiscal por parte da Prefeitura para atender projetos artísticos e culturais. Através da LIF, patrocinadores da iniciativa privada obtêm isenção do ISS e IPTU para apoiar projetos de arte e cultura em nossa cidade. Todo acompanhamento é feito pela FCCR, desde a destinação, fiscalização, execução do projeto, assim quanto à orientação sobre a melhor forma de utilizar esse benefício público. Confira o edital completo da LIF, com os documentos necessários. Acesse o edital com os novos prazos da LIF.
Publicado em Cultura | Tags:cidades, lei de incentivo
‘Quadrinho Marginal – 40 Anos’ está no Centro Cultural São Paulo
O Centro Cultural São Paulo apresenta a exposição Quadrinho Marginal – 40 Anos. Um panorama do quadrinho marginal americano e brasileiro, iniciando com o número um da Zap Comix, de Robert Crumb até a Sociedade Radioativa Nacional. Serão expostas as imagens mais marcantes do quadrinho marginal, exibindo capas, páginas internas, heróis e anti-heróis, balões, vinhetas, traços famosos presentes nas revistas Boca, Balão , Lodo , Capa , Meia de Seda , Papagaio , As Aventuras de Robert Crumb, Freak , Zap (Acervo da Gibiteca Henfil). A exposição fica em funcionamento de terça a sexta-feira, das 10h às 20h, e sábados, domingos e feriados, das 10h às 17h, na Gibiteca Henfil do Centro Cultural São Paulo, até o dia 28 de fevereiro de 2010.
Publicado em Comunicação, Cultura | Tags:histórias em quadrinhos, revistas, são paulo
« Novos Posts - Postagens Antigas »



