Publicado por: Carlos Scomazzon | quinta-feira, setembro 24, 2009

Barsa disponibiliza em seu site textos de grande valor histórico

Quem conserva em casa a primeira edição da Enciclopédia Barsa, de 1964, pode ler textos como Civilização do açúcar, por Gilberto Freyre, e Civilização do cacau, por Jorge Amado. Textos de grande valor reflexivo que ficaram todos estes anos restritos àquela edição. Pensando nisso, a Editora Barsa Planeta lança este mês o projeto Tesouros da Barsa. São centenas de artigos de grandes intelectuais brasileiros, escritos ao longo das últimas quatro décadas com exclusividade para as Enciclopédias Barsa e Mirador. No portal Barsasaber.com já é possível ler artigos escritos por, entre outros, Gilberto Freyre, Antônio Houaiss, Milton Santos e Jorge Amado. Os artigos são interligados por links formando uma ampla rede de conhecimento disponível para estudantes e leitores interessados. A editora pretende ainda colocar no site artigos que refletem sobre temas contemporâneos, escritos por grandes nomes para edições mais recentes de suas obras, como Velhice e qualidade de vida, pelo médico e escritor Moacyr Scliar.

São mais de 500 artigos, de temas variados, que entrarão semanalmente no site da Barsa. No centenário da morte do escritor Euclides da Cunha, a Barsa publica no portal a biografia elaborada pelo filólogo, crítico literário, tradutor e enciclopedista Antônio Houaiss, morto há dez anos – Houaiss foi o editor da Enciclopédia Mirador, elaborado pela equipe da Barsa na década de 1970 e publicado ininterruptamente até 1995. O romancista baiano Jorge Amado, que escreveu A civilização do cacau para a primeira edição da Barsa em 1964, a convite do então redator-chefe, Antonio Callado, é também reproduzido no site, agora sob as regras da Nova Ortografia. Na semana da Independência, entrou em destaque O nome Brasil, em que Houaiss – em parceria com o filósofo e escritor Suetônio Soares Valença – apresenta e discute as raízes etimológicas da palavra que dá nome ao país. Em seguida, entraram artigos como Civilização do café, por Sérgio Milliet, e Recôncavo baiano, pelo geógrafo baiano Milton Santos.

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